O governo do Japão aprovou, na última sexta (16), uma revisão radical em sua política de defesa e se tornou o terceiro país no ranking de gastos militares, atrás apenas da China e Estados Unidos, ao duplicar o investimento em seu exército.
O valor deve chegar a US$ 320 bilhões nos próximos cinco anos. O objetivo do país é adaptar-se a três situações:
Lançamentos de mísseis por parte da Coreia do Norte, cada vez mais constantes
Invasão da Ucrânia pela Rússia, que o Japão mantém territórios em disputa
Ascensão militar da China, já definida como “um desafio estratégico sem precedentes”.
No domingo (18), a Coreia do Norte lançou um par de mísseis balísticos com potencial para atingir o Japão, na tentativa de construir um armamento intercontinental ainda mais poderoso e que seja capaz de atingir os Estados Unidos. Eles viajaram 500 quilômetros antes de pousar nas águas entre a península coreana e o Japão.