04/07/2022

3:08 AM

Diferença média de rendas entre regiões do DF é de R$ 12 mil

A diferença da renda média entre as regiões mais ricas e mais pobres do Distrito Federal chega a R$ 12.108,89. No geral, a renda média na capital do país é de R$ 6.329,14. Porém, há áreas em que esse valor é menor e outras em que é bem maior.

Sete regiões do DF contam com remuneração domiciliar média de R$ 14 mil. Por outro lado, existem locais com menor poder aquisitivo, em que o ganho salarial por residência é de R$ 2 mil.

Os dados são da Pesquisa Distrital de Amostra por Domicílios (Pdad) de 2021, divulgada na manhã desta segunda-feira (9/5), no Palácio do Buriti, com a presença do governador Ibaneis Rocha (MDB), que ressaltou a importância dos dados para a realização de políticas públicas.

“Ninguém desenvolve políticas públicas se não tiver dados precisos. Essa pesquisa em ano eleitoral tem importância ainda maior. Vai servir de base para as plataformas políticas de todos os candidatos. Ela pode mostrar até um aumento das disparidades [entre a população] que é algo que pode ter aumentado durante a pandemia. Mas ela é importante para todos nós”, afirmou o chefe do Executivo local.

Conduzida pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), a Pdad é realizada a cada dois anos e reúne informações demográficas, sociais, de trabalho e de renda, além de atributos dos domicílios da população brasiliense.

Veja a divisão de renda entre as regiões:

  • Renda Alta: Águas Claras, Jardim Botânico, Lago Norte, Lago Sul, Park Way, Plano Piloto
    e Sudoeste/Octogonal;
  • Renda Média-alta: Arniqueira, Candangolândia, Cruzeiro, Guará, Núcleo Bandeirante,
    SIA, Sobradinho, Taguatinga e Vicente Pires;
  • Renda Média-baixa: Ceilândia, Gama, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria e
    Sobradinho II;
  • Renda Baixa: Brazlândia, Fercal, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho
    Fundo II, São Sebastião, SCIA-Estrutural, Sol Nascente/Pôr do Sol e Varjão.

Ainda segundo a pesquisa, no grupo de alta renda há mais idosos e menos crianças. As pessoas que vivem em regiões de baixa renda são mais novas.

 

Por Metrópoles

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